A expressão “justiça tributária”, usada pelo empresário André Amaral Filho, evidencia a urgência da revisão dos limites de faturamento do MEI para promover um crescimento real dos negócios. O PLP 108/2021, que pode elevar o teto de R$ 81 mil para até R$ 130 mil, entra agora em debate na Comissão Especial da Câmara, presidida pela deputada Any Ortiz. Para prestadores de serviços, essa atualização representa não apenas a manutenção da formalização, mas também a possibilidade de expandir as receitas sem precisar recorrer à informalidade ou a artifícios legais. Nesta curadoria, destacamos como essa mudança beneficia diretamente quem atua no setor de serviços e impulsiona o desenvolvimento sustentável da sua empresa.
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ToggleMEI com teto de R$130 mil: uma conquista de “justiça tributária” para o empreendedor
Ao elevar o teto de faturamento do MEI para R$ 130 mil, a proposta traz uma verdadeira “justiça tributária” ao microempreendedor: agora o crescimento registrado refletirá ganhos reais, e não apenas ajustes por inflação. Empresários poderão expandir serviços sem ultrapassar o limite que obriga a migração de regime ou a informalidade.
Com essa revisão, o MEI ganha previsibilidade para planejar investimentos, contratar até dois funcionários e estruturar operações de forma formal. A atualização fortalece a segurança jurídica e fiscal do microempreendedor, estimulando a sustentabilidade dos negócios e garantindo que o desenvolvimento econômico seja acompanhado de simplificação e proteção legal.
Entenda o PLP 108/2021 e o papel da Comissão Especial
No fim de abril, a Comissão Especial da Câmara dos Deputados foi instalada para examinar o PLP 108/2021, que propõe a atualização dos limites de faturamento do Simples Nacional.
Presidida pela deputada Any Ortiz (Progressistas-RS), a comissão reúne parlamentares e representantes do setor produtivo para debater as mudanças necessárias nas faixas de enquadramento.
- PLP 108/2021: prevê elevar o teto do MEI de R$ 81 mil para até R$ 130 mil;
- Revisão de tabelas: inclui micro e pequenas empresas, com correções defasadas desde 2016;
- Objetivo: preservar a formalização e estimular o crescimento orgânico dos negócios;
- Próximas etapas: realização de audiências públicas, apresentação de emendas e votação em plenário.
O debate busca assegurar que o regime simplificado acompanhe as mudanças econômicas, promovendo maior segurança jurídica e justiça tributária para empreendedores de todo o país.
Principais propostas de reajuste para MEI, ME e EPP
Para corrigir a defasagem acumulada desde 2016, a CACB propõe um reajuste uniforme de 83,03% nos limites de faturamento:
- MEI: R$ 144,9 mil anuais (atual teto de R$ 81 mil);
- Microempresa (ME): R$ 869,4 mil (atual teto de R$ 475 mil);
- Empresa de Pequeno Porte (EPP): R$ 8,69 milhões (atual teto de R$ 4,8 milhões).
Com esses novos tetos, prestadores de serviços ganham fôlego para ampliar receitas formalmente, planejar investimentos em equipe e infraestrutura, além de evitar a migração para regimes tributários mais complexos ou a informalidade.
Impactos para prestadores de serviços: formalização e crescimento real
Com o aumento dos limites de faturamento do MEI, os prestadores de serviços conquistam um espaço maior para expandir suas atividades sem sair da formalidade. Esse ganho de margem evita a necessidade de abrir CNPJs paralelos ou de migrar para a informalidade ao ultrapassar o teto atual, garantindo segurança jurídica e tributária a quem oferece serviços em nichos como manutenção, consultoria, beleza, tecnologia e construção.
Além de prevenir a perda de benefícios do regime simplificado, a revisão favorece um crescimento real de receita, pois:
- Amplia o volume de serviços prestados sem elevar desproporcionalmente a carga tributária;
- Permite a contratação de até dois funcionários, melhorando a capacidade de entrega;
- Facilita o acesso a linhas de crédito com juros mais baixos, essenciais para investimentos;
- Estimula o investimento em qualificação, equipamentos e tecnologia, elevando a qualidade;
- Promove o planejamento financeiro de médio e longo prazos, fortalecendo a sustentabilidade do negócio.
Como a GGV Assessoria apoia sua empresa nessa nova fase
A GGV Assessoria reúne conhecimento aprofundado no Simples Nacional e na legalização de empresas para orientar prestadores de serviços em cada etapa desse momento de mudança. Ao integrar as novas regras de faturamento do MEI, nossa equipe oferece análises personalizadas para estruturar sua operação de forma segura e eficiente.
- Monitoramento de prazos e obrigações fiscais: acompanhamento das atualizações legislativas e cumprimento de declarações dentro dos novos limites;
- Planejamento contábil ajustado ao teto de R$ 130 mil: projeção de receitas e despesas que considera o potencial de crescimento sem riscos de desenquadramento;
- Orientação na contratação de funcionários: suporte na inclusão de até dois colaboradores, com cálculos de encargos trabalhistas e previdenciários;
- Regularização e legalização de registros: preparação de documentos, análise de contratos e atendimento a exigências municipais e estaduais;
- Relatórios gerenciais simplificados: demonstrativos claros para acompanhar o desempenho e tomar decisões estratégicas.
Com esse suporte, seu negócio ganha maior segurança jurídica e fiscal, permitindo concentrar esforços no desenvolvimento de serviços, aprimoramento da qualidade e atendimento aos clientes, enquanto a GGV Assessoria cuida da complexidade contábil e regulatória.
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Fonte Desta Curadoria
Este artigo é uma curadoria do site Capital News. Para ter acesso à matéria original, acesse Simples Nacional: atualização dos limites do MEI é uma “justiça tributária”, afirma empresário da Paraíba





